Windsor Barra
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro
Hotel sugerido pelos noivos. Localizado na Barra da Tijuca, com excelente estrutura para os convidados.
Não esqueça de confirmar sua presença no nosso grande dia!


Com alegria convidam você para celebrar o seu casamento
Como tudo começou
A nossa história começou em um Carnaval, no camarote Othon, em Salvador. Eu (Juliana) tinha cerca de 19 anos quando o Eduardo se aproximou. E a primeira coisa que eu disse foi: 'Ah, paulista não dá!'
Ele, muito sério, respondeu que não era paulista — era mineiro. Já começou se defendendo! Entre uma provocação e outra, eu ainda completei: 'E você ainda é velho!', afinal ele é quase dez anos mais velho que eu. Mas, apesar das minhas tentativas de colocar obstáculos — todos em tom de brincadeira —, a conversa fluiu.
Nos últimos dias de Carnaval, a mãe do Eduardo organizava um evento de tênis em Sauípe. Ele me chamou para ir com as minhas amigas. A família da minha amiga ficou apreensiva, mas tudo se ajeitou: a tia dela também iria ao evento e se ofereceu para nos acompanhar — depois de ligar para a mãe do Eduardo para confirmar que a história era verdadeira. Passamos o dia em Sauípe. E foi ali que o nosso namoro começou.
Vieram meses de ponte aérea entre Rio e São Paulo. Depois, eu fui morar fora, e o Eduardo atravessou o mapa para me visitar nos Estados Unidos. Fomos juntos a Nova York, nos perdemos em Boston, encontramos o primo dele em Miami e nos divertimos em Orlando. Mas a distância também pesa — e em algum momento nos afastamos.
Como tudo começou
A nossa história começou em um Carnaval, no camarote Othon, em Salvador. Eu (Juliana) tinha cerca de 19 anos quando o Eduardo se aproximou. E a primeira coisa que eu disse foi: 'Ah, paulista não dá!'
Ele, muito sério, respondeu que não era paulista — era mineiro. Já começou se defendendo! Entre uma provocação e outra, eu ainda completei: 'E você ainda é velho!', afinal ele é quase dez anos mais velho que eu. Mas, apesar das minhas tentativas de colocar obstáculos — todos em tom de brincadeira —, a conversa fluiu.
Nos últimos dias de Carnaval, a mãe do Eduardo organizava um evento de tênis em Sauípe. Ele me chamou para ir com as minhas amigas. A família da minha amiga ficou apreensiva, mas tudo se ajeitou: a tia dela também iria ao evento e se ofereceu para nos acompanhar — depois de ligar para a mãe do Eduardo para confirmar que a história era verdadeira. Passamos o dia em Sauípe. E foi ali que o nosso namoro começou.
Vieram meses de ponte aérea entre Rio e São Paulo. Depois, eu fui morar fora, e o Eduardo atravessou o mapa para me visitar nos Estados Unidos. Fomos juntos a Nova York, nos perdemos em Boston, encontramos o primo dele em Miami e nos divertimos em Orlando. Mas a distância também pesa — e em algum momento nos afastamos.
O reencontro
Quase vinte anos depois, o destino resolveu trabalhar. Nos reencontramos e saímos para tomar um drink — como dois adultos maduros… ou tentando ser.
A conversa era leve, fácil, como se o tempo não tivesse passado. Pouco depois, o Eduardo começou a atender um cliente no Rio — e isso fez com que nos víssemos com mais frequência. Quando percebemos, já não queríamos mais nos desgrudar.
A conexão continuava ali. Mais madura, mais consciente, mas com a mesma essência.
O reencontro
Quase vinte anos depois, o destino resolveu trabalhar. Nos reencontramos e saímos para tomar um drink — como dois adultos maduros… ou tentando ser.
A conversa era leve, fácil, como se o tempo não tivesse passado. Pouco depois, o Eduardo começou a atender um cliente no Rio — e isso fez com que nos víssemos com mais frequência. Quando percebemos, já não queríamos mais nos desgrudar.
A conexão continuava ali. Mais madura, mais consciente, mas com a mesma essência.
O pedido
Alguns meses depois de reatarmos, o Eduardo começou a dizer que, até o final do ano, estaríamos noivos. Dezembro chegou… e nada. Eu já tinha avisado: quero uma surpresa de verdade!
Como sempre fazíamos uma parada em Aparecida nas nossas viagens entre Rio e São Paulo — um lugar com significado enorme para nós —, e sabendo que a Vó Arlethe havia sido pedida em casamento lá, ele escolheu o mesmo cenário para fazer o pedido.
No dia 29 de dezembro de 2025, em Aparecida, veio a surpresa. Foi emocionante, cheio de amor e de simbolismo. Um daqueles momentos que a gente revive mil vezes na memória.
O pedido
Alguns meses depois de reatarmos, o Eduardo começou a dizer que, até o final do ano, estaríamos noivos. Dezembro chegou… e nada. Eu já tinha avisado: quero uma surpresa de verdade!
Como sempre fazíamos uma parada em Aparecida nas nossas viagens entre Rio e São Paulo — um lugar com significado enorme para nós —, e sabendo que a Vó Arlethe havia sido pedida em casamento lá, ele escolheu o mesmo cenário para fazer o pedido.
No dia 29 de dezembro de 2025, em Aparecida, veio a surpresa. Foi emocionante, cheio de amor e de simbolismo. Um daqueles momentos que a gente revive mil vezes na memória.
Hoje
Do Carnaval à Sauípe. Da ponte aérea às viagens internacionais. Do afastamento ao reencontro.
Cada etapa nos trouxe até aqui. Hoje, temos certeza de que algumas histórias simplesmente estão destinadas a acontecer — mesmo que levem um tempo para encontrar o momento certo.
Estamos muito felizes por dividir tudo isso com vocês e, principalmente, por celebrar o começo do nosso para sempre.
Hoje
Do Carnaval à Sauípe. Da ponte aérea às viagens internacionais. Do afastamento ao reencontro.
Cada etapa nos trouxe até aqui. Hoje, temos certeza de que algumas histórias simplesmente estão destinadas a acontecer — mesmo que levem um tempo para encontrar o momento certo.
Estamos muito felizes por dividir tudo isso com vocês e, principalmente, por celebrar o começo do nosso para sempre.

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Cerimônia
Igreja N. Sra. Aparecida
Recepção
Nosso Sim
04 de julho de 2026
Tons de verde e branco, refletindo a elegância da celebração
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Os noivos sugerem o Windsor Barra como opção de hospedagem para os convidados.
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro
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Cota Lua de Mel — Japão e Coreia do Sul. Em breve disponibilizaremos o link para contribuições.